domingo, 18 de setembro de 2011

Justiça Cega - RTP Informação



A partir desta 2ª feira, todas as 2ªs feiras, ás 22.30, estarei com os meus amigos Rui Rangel e Marinho Pinto a debater assuntos de Justiça, com moderação de Alberta Marques Fernandes. O programa chama-se Justiça Cega, terá a duração de hora e meia, e vão ser conversas rijas e sem preconceitos sobre os problemas da Justiça. Quem nos quiser acompanhar, está convidado a assistir na RTPN que hoje finda e que a partir de amanhã passa a chamar-se RTPInformação.

5 comentários:

  1. Dr. Moita Flores, desejo-lhe muito sucesso no programa onde vai participar. Estou ansiosa por ouvir falar dos bandidos do BPN, principalmente o «trio de Porto Rico» (Biometrics), um deles é «peixe miúdo» que se safou muito bem, os outros dois são gente mais fina, ou gente privilegiada, a quem a mão da justiça não toca! Onde anda essa gente?...
    Com o devido respeito que tenho pelos intervenientes no programa, não percam tempo a falar de lugares comuns, falem sim, do que está mal e do que todos, um pouco, poderíamos mudar.
    Bem haja!

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  2. Bom dia,

    Devo dizer que não estou encantada com a sua participação. Vejo poucos temas da justiça a serem debatidos, vejo poucas soluções e como advogada que presta apoio judiciário e tem o registo criminal limpo e que é honesta, mesmo participando no sistema de apoio judiciário que vai dando a oportunidade aos que não têm meios de fazerem valer os seus direitos, mas que é feito por uma cambada de gente desonesta, que usa o sistema para enriquecer, como se isso fosse possível, não gosto do que oiço. Não gosto da minha classe a ser enxovalhada, não gosto que ponham em causa a minha honestidade, nem o trabalho que eu faço que entendo ser de qualidade e meritório. Acho que em todos os sistemas em que o controlo é tenue, há irregularidades, desconformidades e falhas. Peço apenas que antes de ser emitirem opiniões sobre o trabalho dos outros e a dignidade dos mesmos, se procure saber das realidades, saber o que se passa porque eu também poderia andar a dizer mal dos juízes, dos autarcas, dos políticos em geral e embarcar naqueles comentários cheios de generalizações, que para mim pouca dignidade têm.
    Fico à espera dos grandes temas da justiça, das grandes discussões, e espero ansiosamente por ouvi-las, porque também eu, mesmo sendo muitas vezes defensora oficiosa, busco uma justiça melhor.

    Ana Reis Cerveira

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  3. Tourada. Tenho pena que os advogados tenham um sujeito como este para bastonário. É o cúmulo!. O sujeito é um autêntico arruaceiro, baixo nível. Ainda estou para ver quando lhe mandam um pontapé no traseiro. É o típico invejoso, mesquinho e medicocre. Ele de certeza que quer, pelo menos queria, arranjar também um tacho político.
    Sempre soube mandar tiros para o tecto, mas dizer nomes está quieto.
    Também quero dizer que não sou de nenhuma área dessas nem Funcionário público.

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  4. Boa tarde!
    Falaram-nos neste programa e logo fiquemos interessados, pois não tarda o nosso tecto com os nossos filhos será debaixo da ponte. Compremos apartamento o que está a ser muito difícil de pagar, não vai tardar, vamos ter que o entregar ao banco, mas isto não é de agora, já se arrasta a muitos anos. O meu marido está desempregado e eu colectei-me e estou a vender frangos numa berma de estrada para poder-mos levar a vida e sustentar os nossos filhos.
    Há 5 anos atrás já desesperados com a situação pedi-mos empréstimo e compremos um terreno no qual tivemos que meter a luz a nossa conta com 7 ou 8 postes de ramal visto que a rua não estava reconhecida, fizemos furo de água, cortes de gado, várias árvores de fruto, jardim e uma habitação de 50 e tal m2. Lá gastemos mais de 50000 euros, tudo corria bem até que passado dois anos uma senhora vizinha nossa que parte de marco connosco e que tem uma casa nem a 100m da nossa, é a 3ª a frente, lembrou-se que estava tudo muito bonito e meteu-nos por opção em tribunal. Quando chegou o dia do julgamento ia-mos convictos que tudo correria bem pois levava-mos documentos e pessoas que provavam como já tínhamos comprado a 2 anos e tal e a dita senhora sempre tinha tido conhecimento e acompanhado as obras. Para nosso espanto e desespero, quando saiu a sentença a doutora juíza deu a opção a dia senhora (2 anos) só pelo preço de compra e registo a volta de 8000 e pouco euros e nada de mais valias e com 15 dias para despejo. Tivemos que pedir dinheiro emprestado para recorrer-mos. Mas desesperados como estamos, perguntamos, QUE JUSTIÇA É ESTA? E O DINHEIRO QUE LÁ GASTEMOS E QUE ESTAMOS A PAGAR AO BANCO? Mostramos os documentos e tudo o que lá temos a quer nós quiser e puder ajudar. Pedi-mos por tudo o quanto é sagrado pois já não sabemos que fazer as nossas vidas. Podem nos ajudar?

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  5. Bom dia, Dr. Moita Flores

    Venho por este meio entras em contato consigo, para ver se me pode ajudar, pois já tentei de outras maneiras sem sucesso. Sei que se encontra a fazer o program Justiça Caega com o Sr. Dr. Juiz Rui Rangel e é sobre este mesmo senhor que gostaria de falar. Pois esse senhor é meu pai apesar de nunca querer saber de mim nem assumir as obrigações dele de pai, a minha mãe e ele tiveram uma relação em Angola, da qual nasci eu, já eles se encontravam separados, entretanto sei que ele tentou me ver, mas a minha mãe por orgulho não deixou, entretanto deu se a revolução e tivemos que vir para Portugal, mais propriamente para Santarém e nunca mais se viram, até eu ter 5 anos que foi nessa altura que o meu padrinho o levou a Santarém, pois ele queria me conhecer, entretanto o tempo foi passando e ele ia de vez enquando a Santarém para me ver também cheguei a ir algumas vezes para casa de um irmão dele chamado Jorge para passar uns dias, não me consigo. Aguando da entrada para a escola primária para eu não ter na certidão pai incognito o na altura marido da minha mãe registou me como filha que é o nome que eu tenho até hoje, apesar de ser falso. A ultima vez que vi o meu verdadeiro pai tinha eu uns 13 anos e desde esse dia ele nunca mais me procurou, nem para saber se eu estava bem ou mal. Entretanto quando me tornei adulta tentei por diversas formas entrar em contato com ele via carta, telefone, etc, sem nunca obter resposta. Quando a minha mãe faleceu eu mais uma vez voltei a procurá-lo inclusive um amigo de um tio meu advogado que tambem é amigo do Juiz Rui falou com ele e disse-lhe que eu precisava de falar com ele e a resposta dele foi "o que é que ela me quer agora". Entretanto sai de Santarém e vim viver para Monção perto de Viana do Castelo e a minha vida corria bem até há pouco tempo, só que com a crise que estamos a atravessar eu fiquei desempregada e aminha vida complicou se, pois tenho duas filhas, netas que ele nunca quis conhecer a mais velha tem 18 anos e a mais novinha tem 4 anos. Eu já voltei a tentar contata-lo para lhe pedir ajuda não tanto para mim, mas pelas minhas filhas que são do sangue dele e que não tem culpa e estão a passar por algumas dificuldades, principalmente a mais velha que queria ir para a universidade e não pode. Já tentei falar lhe ao coração dizer lha que já que nunca me deu nada nem eu nunca lhe pedi nada, pensei que ele fosse mais humano e que tivesse sentimentos, mas continua com uma indeferença a esta minha situação. Eu sei que a minha mãe teve culpa por não querer que ele fosse meu pai, mas ele se quisesse realmente assumir o seu papel assumia, pois ele conhece as leis e o direitos de um pai melhor que ninguém. Este é o meu ultimo recurso e peço lhe desculpa por lhe estar a causar este transtorno e a dar-lhe conta de um problema do qual voçê não tem nada haver, mas sei que é uma pessoa justa e muito humana e também é pai, por isso só lhe peço que lhe dê uma palvrinha que lhe comunique que eu ando à procura dele pois preciso da ajuda dele, pois não tenho a quem mais recorrer. Mais uma vez peço-lhe desculpa, mas estou mesmo desesperada.

    Se por acaso não se quiser envolver eu compreendo
    Atenciosamente´
    Ana

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